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Pinterest introduz “pins promocionados” para marcas

Em fevereiro de 2012, falamos pela primeira vez aqui sobre o Pinterest, uma rede social que na época era a grande novidade, com sua interface de “boards” onde você “pinava” fotos de inspiração divididas por temas. Desde então, o Pinterest continuou crescendo e se tornando mais relevante, principalmente no mercado norte-americano, e hoje ele se consolidou como a terceira maior rede social do planeta, com mais de 70 milhões de usuários, ficando apenas atrás do Facebook e Twitter, segundo o Semiocast.  A pesquisa mostra que 71% dos cadastrados no Pinterest são dos Estados Unidos, mas o número de usuários de outros países vem crescendo gradativamente.

O Pinterest parece um território fértil para marcas e empresas apostarem em páginas próprias, afinal boa parte do conteúdo “pinado” são desejos de consumo, principalmente do segmento de moda, decoração e festas de casamento. No entanto, a adesão das marcas à plataforma tem sido tímida. Desde o começo deste ano, a rede criou contas business, que permitem monitorar a performance e engajamento do canal. Mas até o mês de junho, havia apenas 500 mil contas business. O próprio fundador do Pinterest, Ben Silbermann, se encarregou de tentar virar esse jogo. Ele assinou um e-mail em tom pessoal para os administradores de contas business para anunciar o lançamento de “pins promocionados”.

Ben garante que essa forma de publicidade, que ele considera necessária para que o Pinterest “esteja aqui para ficar”, vai ser discreta e não irá irritar o usuário com banners ou outros recursos invasivos, e terá transparência, sempre informando quais são os pins patrocinados e relevância, trazendo sempre algo do interesse do usuário, além de prometer melhorias baseadas na opinião do público. “Como um primeiro teste, vamos promover alguns pins em resultados de pesquisas e feeds de categorias. Por exemplo, podemos promover um pin para uma roupa de Darth Vader de uma loja de fantasias numa pesquisa por ‘halloween’. Por enquanto, ninguém está pagando por nada. Queremos ver no que vai dar e, principalmente, ouvir seus comentários.”

Pois é, vamos ver se dá certo. O Facebook tem sido muito agressivo com sua política de cobrar cada vez mais das páginas de marcas e empresas para que o conteúdo delas seja visto pelos fãs, o que tem gerado muitas reclamações dos administradores de páginas. Ser mais uma rede social que vai cobrar para mostrar conteúdo pode ser uma estratégia arriscada para o Pinterest, mas como o próprio Ben Silbermann dá a entender, essa é a principal forma da rede gerar renda e garantir sua sustentabilidade financeira.  O Twitter, que está às vésperas de abrir a venda de suas ações na bolsa eletrônica Nasdaq, também está inserindo cada vez mais publicidade na timeline dos usuários.

Como dissemos, aqui no Brasil o Pinterest ainda não “pegou” como uma rede social de massa, mas em segmentos de nicho ele pode funcionar muito bem. Uma pesquisa do blog E-Commerce Brasil mostra que a maioria das grandes redes de varejo não usa efetivamente a ferramenta. Algumas das que utilizam, como as Casas Bahia, o Ponto Frio e o Extra, focam em listas de casamento. Algumas marcas mais “descoladas”, como a Imaginarium, exploram de forma mais estratégica as características da rede.

Nós da Absoluto acreditamos no potencial do Pinterest, e estamos começando a desenvolver um trabalho estratégico para o Pinterest de um de nossos clientes, a Timberland Brasil! Acompanhe os boards e pins e nos conte o que está achando!

 

 

 

Os adolescentes não ligam mais para o Facebook?

Há mais de um ano, já falávamos aqui no blog que o Facebook, a maior e mais importante rede social do planeta, estava atraindo usuários mais velhos e, em contrapartida, afastando os mais jovens, que pareciam não achar o site de Mark Zuckerberg “cool” como era antes. E os últimos dados de pesquisas da Pew Ressearch sobre o comportamento dos usuários das redes sociais confirmam essa tendência.

Segundo os dados mais recentes, divulgados no final de maio, o Facebook ainda é de longe a rede social mais acessada pelos adolescentes entre 12 e 17 anos, com 77% de penetração. Mas eles estão usando menos o ambiente virtual do Facebook, e se preocupando mais com o que postam na rede. Foi-se o tempo de compartilhar tudo que acontecia em suas vidas. Metade dos que responderam a pesquisa já deletaram posts ou comentários ou se desmarcaram de fotos em que foram marcados, 75% já excluíram pessoas de suas redes e 58% bloquearam alguém.

Ao contrário dos usuários mais velhos, os adolescentes não se preocupam tanto com o uso de suas informações privadas por terceiros no Facebook. O problema deles é com o “drama” e a pressão de manter um perfil na rede social: o que postar ou não, qual deve ser a foto de perfil, quem deve ser seu amigo e pode ver o que você posta, etc. Segundo uma matéria do site The Verge que analisou a mais recente pesquisa, isso pode ter a ver com o fato de o Facebook ser hoje um “espelho” das interações diárias e da vida social “offline” dos adolescentes: seus parentes, colegas e professores da escola, estão todos lá, e os dilemas sociais que acompanham essa vida social, como as “panelinhas” da escola e até casos de bullying, contaminam sua presença no Facebook.

Segundo a matéria do The Verge, os adolescentes por enquanto não estão deletando seus perfis, o chamado “Facebookcídio”, mas começam a se voltar para outras redes sociais onde há menos pressão e eles podem ser mais eles mesmos. Um dado importante da pesquisa é que o número de adolescentes utilizando o Twitter saltou de 16% para 24% no último ano, confirmando a tendência que também apontamos aqui no ano passado. E cada vez mais o Instagram, outra rede que já mostramos aqui como uma ameaça ao reinado do Facebook, e que foi comprado pela empresa de Mark Zuckerberg por US$ 1 bilhão no ano passado, e o Tumblr, que recentemente foi adquirido pelo Yahoo! pela mesma quantia, disputam as atenções dos “teens”. E no próximo post vamos falar mais sobre o Tumblr, o que atrai tantos jovens e porque ele vale o valor bilionário pago pelo Yahoo! Fique ligado!

Para lembrar 2012

O ano está quase no fim. Para a Absoluto, 2012 foi cheio de desafios e fortes emoções! Trabalhamos em projetos de Mídias Sociais super bacanas, planejando, criando campanhas e gerando conteúdo para empresas como Brastemp, Consul, Tok&Stok, Coface, Timberland, BossaNovaFilms, Jacques Janine, C&A etc. Mudamos de escritório e ganhamos um jardim lindo, com árvores frutíferas e um monte de espaço para os nossos mascotes -os gatos persas Mutante e Yoda, e o Yorkshire Bambam- fazerem a festa.

Para o mundo, também foi um ano intenso. Em Londres, Oscar Pistorius sagrou-se como o primeiro atleta sem parte das pernas a participar de uma Olimpíada. Barack Obama reelegeu-se presidente dos EUA, o Facebook fez seu IPO e comprou o Instagram, Oscar Niemeyer partiu desse mundo, com 104 anos e Dona Canô, com 105, o Corinthians ganhou sua primeira Libertadores da América, o Ciclone Sandy fez um estrago nos EUA e o paraquedista austríaco Felix Baumgartner quebrou a barreira do som em uma queda livre saltando da estratosfera, a 39km de altitude.

O Google divulgou recentemente seu Zeitgeist, resumo do que foi mais buscado no Brasil e no mundo durante o ano no site. A palavra “Face“ foi a mais pesquisada por aqui, prova de que o Facebook de Mark Zuckerberg continua reinando entre os brasileiros. Também está entre os 10 mais o BBB12, a novela Avenida Brasil e, na sexta posição, as Eleições 2012. Olha só o vídeo que o Google preparou para mostrar o que foi mais buscado no mundo em 2012.

E a retrospectiva de 2013 do que foi mais assistido no Brasil no Youtube tem Michel Teló, Luiza no Canadá, Pôneis Malditos, Gangnam Style, Para nossa alegria… Olha só.

E que venha 2013! A gente espera que seja um ano cheio de notícias boas para curtir e compartilhar :)

Facebook decreta guerra aos fakes

Atrás da tela do computador dá pra ser mais jovem, mais bonito, endinheirado e até assumir outra identidade. Mas a já manjada onda de ilegitimidade que circula na web parece estar com os dias contados – pelo menos no território “facebookiano” de Mark Zuckerberg.

A iniciativa da rede social mais popular da atualidade vai intensificar o monitoramento e banir esses “mentirosinhos”, conhecidos como fakes. Desde a semana passada o Facebook vem deletando milhares de contas de usuários fakes e eliminando “curtidas” geradas por malwares e muitas vezes compradas pelas marcas que se promovem na rede – sem mencionar o fato de que alguns internautas têm sido questionados sobre a legitimidade de seus amigos por meio de perguntas em sigilo que indagam se determinados usuários estão utilizando seus nomes reais na rede.

Muitas fan pages já foram afetadas – bons exemplos são as páginas das cantoras Lady Gaga, que perdeu 31.700 likes e Rihanna, que agora tem 22 mil fãs a menos, além do popular jogo Texas HoldEm Poker, que perdeu quase 100 mil likes.

Além de propor um novo olhar, a guerra aos fakes propõe um espaço mais autêntico, confiável e transparente aos usuários desta rede social; contudo, se existe um nicho onde o buzz acerca da discussão realmente se instalou, foi entre os social medias.

Em tempos que o número de fãs é proporcional à reputação de uma marca, a notícia não foi bem recebida pelos “fanfarrões“ que vendem ou compram audiência para páginas no Facebook por centavos (é só dar uma busca rápida para conhecer as promessas de popularidade no Facebook a custos módicos).

Apesar do Facebook ter assegurado uma queda máxima de 1% de fãs nas fan pages (o que a princípio não parece quase nada), muitas páginas novas podem se sentir ameaçadas e comprometidas com a “expulsão” dos “camaradinhas” que preenchiam algumas lacunas e distribuíam “likes”. Mas pense: não é muito mais válido atrair e garantir uma audiência seleta e fiel ao seu cliente, que realmente trarão retorno para a marca? Sob essa linha tênue, as métricas deixam de ser apenas números e passam a representar uma fonte límpida de resultados e um universo real a ser explorado.

Construa uma base relevante!

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